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Câncer de mama é o tipo mais comum de câncer entre as mulheres, mas também atinge homens

Um carocinho na mama, a pele do seio que muda repentinamente de textura, mamilo que apresenta vermelhidão ou descamação, uma microcalcificação naquele exame de rotina, uma dor ou uma secreção que escorre do mamilo… Parece importante para você? Pois deveria! Todos esses são sinais de alerta para o câncer de mama. No autoexame em casa ou nos seus exames de rotina, caso seja observado algum desses indícios, é preciso consultar um médico imediatamente. Ele vai pedir uma série de exames para definir um diagnóstico com maior precisão. Não necessariamente esses sintomas significam um câncer, mas é preciso checar.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, é o câncer que mais causa mortes e o mais comum nas mulheres brasileiras, que o consideram a doença mais temida, já que afeta a percepção da sexualidade e a imagem pessoal.

Por não existir uma causa específica para essa doença, os especialistas apontam alguns fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento desse tipo de câncer. Os principais são:

• Ser mulher;
• Idade – mulheres acima dos 50 anos correm mais risco;
• Histórico familiar (parentes que já tiveram a doença);
• Não ter filhos ou ter depois dos 30 anos;
• Elevado consumo de álcool ;
• Excesso de peso (gordura na região abdominal);
• Falta de exercícios físicos;
• Ciclo menstrual: mulheres que começaram a menstruar cedo (antes dos 12 anos) ou que entraram na menopausa após os 55 anos têm risco ligeiramente maior de ter câncer de mama;
• Tratamento com dietilestilbestrol: no passado, grávidas tomaram essa droga para reduzir o risco de aborto espontâneo. Mais tarde descobriu-se que o medicamento tinha efeitos teratogênicos (causando más-formações) e carcinogênicos.

Doença também atinge os homens

Homens que têm parentes de primeiro grau que tiveram a doença fazem parte do grupo com maior risco da doença. A família pode ter os genes BRCA1 ou BRCA2, que estão ligados à predisposição genética para o câncer de mama. Além disso, também correm maior risco homens com condições médicas como alcoolismo, obesidade e doenças do fígado. O diagnóstico precoce é a principal forma de prevenir as complicações da doença.

Os sintomas são similares aos do câncer de mama feminino. Pode ocorrer vermelhidão acompanhada ou não de dor recorrente em uma das mamas, surgimento de caroços próximo ao mamilo, secreção pelo mamilo e o aparecimento de nódulos nas axilas. As opções de tratamento também não divergem do que é oferecido às mulheres. De acordo com o Inca, a cirurgia mais comum é a mastectomia com esvaziamento axilar, que é a retirada da mama (normalmente completa) e dos nódulos da axila. Além disso, também é possível a indicação de quimioterapia e radioterapia. O tratamento varia de caso para caso.

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