{"id":11482,"date":"2017-12-27T15:49:14","date_gmt":"2017-12-27T17:49:14","guid":{"rendered":"http:\/\/info.buonny.com.br\/?p=11482"},"modified":"2017-12-27T15:49:14","modified_gmt":"2017-12-27T17:49:14","slug":"gerenciar-riscos-mensura-ameacas-e-melhora-operacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/info.buonny.com.br\/index.php\/por-dentro\/imprensa\/gerenciar-riscos-mensura-ameacas-e-melhora-operacoes\/","title":{"rendered":"Gerenciar riscos mensura amea\u00e7as e melhora opera\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<div class=\"text\">\n<p>Quanto mais se avan\u00e7ar no conceito e na aplica\u00e7\u00e3o de ferramentas de Gerenciamento de Risco, maiores s\u00e3o as chances de as empresas conquistarem ganhos log\u00edsticos, financeiros, corporativos e de imagem.<\/p>\n<p>S\u00e3o inquestion\u00e1veis os benef\u00edcios do GR \u2013 Gerenciamento de Risco para as organiza\u00e7\u00f5es. \u201cEles envolvem desde uma infraestrutura de trabalho mais segura at\u00e9 a antecipa\u00e7\u00e3o de amea\u00e7as e vulnerabilidades, al\u00e9m de permitir a redu\u00e7\u00e3o de custos e a melhoria na tomada de decis\u00f5es\u201d, explica Diogo Rizzato, gerente de Relacionamento com Mercado Segurador da Brasil Risk Gerenciamento de Riscos (Fone: 11 3028.1667). Ele ressalta que identificar os fatores de risco permite que a empresa mensure a probabilidade de perdas e seus eventuais impactos econ\u00f4micos e na cadeia produtiva.<\/p>\n<p>Por sua vez, Cyro Buonavoglia, presidente da Buonny Projetos e Servi\u00e7os de Riscos Securit\u00e1rios (Fone: 11 5079.2330), conta que com o GR, a empresa tem sua opera\u00e7\u00e3o mapeada e seus riscos, mensurados. A aplica\u00e7\u00e3o de ferramentas de GR ir\u00e1 contribuir no dia a dia para a minimiza\u00e7\u00e3o da possibilidade de sinistros. \u201cS\u00f3 podemos ter sucesso se conseguirmos medir os riscos, e isso \u00e9 fundamental para qualquer opera\u00e7\u00e3o, seja do transportador, seja do embarcador\u201d. Para o entrevistado, quanto mais se avan\u00e7ar no conceito e na aplica\u00e7\u00e3o do GR, maior a chance de se obter ganhos, que podem ser log\u00edsticos, financeiros, corporativos e de imagem.<br \/>\nS\u00e9rgio Caron, superintendente e l\u00edder de Pr\u00e1tica de Seguros de Transportes da Marsh Brasil, ressalta que gerenciar o risco significa gerenciar a propriedade do cliente, assegurando suas chances de cumprimento contratual com a outra parte, por exemplo, cliente comprador. \u201cComo consequ\u00eancia desta filosofia, o risco transportado tende a sofrer menos preju\u00edzos e, assim sendo, \u00e9 poss\u00edvel se obter condi\u00e7\u00f5es de seguro mais competitivas.\u201d<\/p>\n<p>Para a empresa transportadora de carga, devido \u00e0s suas responsabilidades, os mecanismos de GR passam a ter relev\u00e2ncia igual ou at\u00e9 mesmo superior \u00e0 ap\u00f3lice de seguros. \u201cDessa forma, a gest\u00e3o de riscos da cadeia log\u00edstica traz in\u00fameras vantagens para a empresa tomadora de tais pr\u00e1ticas. O desafio, contudo, \u00e9 estar atento ao dinamismo dos fatores de riscos, que s\u00e3o diversos e sobre os quais a empresa tem maior ou menor grau de conhecimento\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>De acordo com Bruna Medeiros, diretora da Trans Sat (Fone: 17 3214.9333), a principal vantagem do GR \u00e9, sem d\u00favida, a minimiza\u00e7\u00e3o de perdas decorrentes da atividade e situa\u00e7\u00f5es externas. \u201cCom o mapeamento dos processos, defini\u00e7\u00e3o das regras e efetivo treinamento, \u00e9 poss\u00edvel prevenir ocorr\u00eancias adversas, bem como ter o plano de a\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia, agilizando as tratativas.\u201d<br \/>\nAl\u00e9m da seguran\u00e7a, o GR tamb\u00e9m proporciona uma vis\u00e3o sist\u00eamica que pode ser refletida nos outros setores, afinal, os processos s\u00e3o documentados, revisados periodicamente e multiplicados aos interessados. \u201cSe o gerenciamento de risco \u00e9 bem empregado, o aproveitamento log\u00edstico da frota \u00e9 otimizado tamb\u00e9m, proporcionando mais lucro\u201d, acrescenta.<br \/>\nA diretora da Trans Sat salienta que identificar os fatores de risco de uma empresa \u00e9 o primeiro passo para o estabelecimento de regras de seguran\u00e7a compat\u00edveis com a necessidade operacional. \u201cIsso pode parecer \u00f3bvio, mas ocorre muitas vezes de o transportador ficar \u2018ref\u00e9m\u2019 de regras engessadas e que nada t\u00eam a ver com suas necessidades. Muitas empresas trabalham com um modelo padr\u00e3o de GR, o que n\u00e3o \u00e9 recomendado, pois cada uma tem suas particularidades\u201d, lembra.<\/p>\n<p>Seguran\u00e7a<\/p>\n<p>Roubos de carga custam mais de R$ 6 bi \u00e0 economia brasileira, de acordo com levantamento feito pela Firjan \u2013 Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio de Janeiro. Diante disso, transportadoras e embarcadoras est\u00e3o cada vez mais voltadas para investimentos, principalmente em tecnologia, como forma de se protegerem.<br \/>\nO Gerenciamento de Riscos tem a finalidade de: proteger o fluxo de informa\u00e7\u00e3o na cadeia log\u00edstica para evitar que dados sobre cargas e embarques cheguem a pessoas mal-intencionadas; criar barreiras operacionais de prote\u00e7\u00e3o, desestimulando o crime; e possuir mecanismos de recupera\u00e7\u00e3o da carga caso as duas primeiras etapas sejam sobrepostas. \u00c9 o que detalha Rizzato, da Brasil Risk.<br \/>\nPara limitar o roubo de cargas, o entrevistado tamb\u00e9m sugere evitar valores muito elevados num mesmo embarque, fazendo mescla entre produtos com valores agregados altos e outros mais baixos.<br \/>\nNa opini\u00e3o de Buonavoglia, da Buonny, a equa\u00e7\u00e3o para o sucesso contra roubos e furto de cargas envolve tr\u00eas partes importantes: conhecimento das opera\u00e7\u00f5es, treinamento das pessoas envolvidas e principalmente acompanhamento em tempo real de todas as opera\u00e7\u00f5es de transportes, possibilitando a imediata corre\u00e7\u00e3o ou a\u00e7\u00e3o por parte da gerenciadora de riscos de quaisquer n\u00e3o conformidades que ocorram. \u201cPara tanto, os servi\u00e7os de monitoramento\/rastreamento, a utiliza\u00e7\u00e3o de banco de dados dos profissionais e o cuidado com o relacionamento das pessoas \u00e9 fundamental, bem como a gerenciadora possuir profissionais capacitados e com experi\u00eancia para executar todas as etapas do processo.\u201d<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, ainda segundo Buonavoglia, \u00e9 importante que o ve\u00edculo transportador possua tecnologia instalada que possa ser utilizada na eventual ocorr\u00eancia e possibilite a a\u00e7\u00e3o imediata e o acionamento de equipes de suporte para verificar as situa\u00e7\u00f5es consideradas de risco.<\/p>\n<p>Caron, da Marsh Brasil, diz que, sob o aspecto de roubo\/furto de cargas, normalmente se emprega tecnologia embarcada, capaz de manter ativos sinais de rastreamento, em tempo real, de todo o andamento de um carregamento, assim como estabelecer rotas e \u201ccercas eletr\u00f4nicas\u201d em cada viagem. \u201cEventuais desvios s\u00e3o imediatamente notificados para uma central de intelig\u00eancia, que poder\u00e1 contar, inclusive, com aux\u00edlio de for\u00e7a armada apropriada.\u201d<\/p>\n<p>Ele salienta que, em paralelo, a an\u00e1lise de procedimentos e fluxos internos e externos sobre a informa\u00e7\u00e3o de cada embarque tamb\u00e9m \u00e9 parte integrante da an\u00e1lise. Caron alerta que, muitas vezes, diferentemente do que se pensa, o problema pode ser interno \u00e0 empresa.<\/p>\n<p>\u201cO tratamento correto sobre as informa\u00e7\u00f5es de um embarque \u00e9 parte essencial da intelig\u00eancia deste processo. Ainda, em situa\u00e7\u00f5es mais expressivas, conta-se tamb\u00e9m com refor\u00e7o armado, ou seja, escoltas legalizadas para tais fins. Em casos extremos, ve\u00edculos blindados s\u00e3o utilizados, assegurando a chance de entrega da valiosa carga em movimento\u201d, complementa o superintendente e l\u00edder de Pr\u00e1tica de Seguros de Transportes da Marsh Brasil.<\/p>\n<p>Bruna, da Trans Sat, diz que ap\u00f3s a identifica\u00e7\u00e3o dos fatores de risco, \u00e9 poss\u00edvel realizar um trabalho direcionado aos pontos de vulnerabilidade, dessa forma, consegue-se resultados em pouco tempo. \u201cAp\u00f3s tratados os problemas que t\u00eam impacto direto, o GR evolui para as melhorias cont\u00ednuas. O setor \u00e9 muito din\u00e2mico e n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel manter a mesma regra por muito tempo, \u00e9 preciso se reinventar e estar sempre \u00e0 frente da a\u00e7\u00e3o dos bandidos.\u201d<\/p>\n<p>Criando um plano de GR<\/p>\n<p>O plano de GR deve contemplar todo o hist\u00f3rico poss\u00edvel de ocorr\u00eancias, levar em considera\u00e7\u00e3o as rotas e \u00e1reas de riscos j\u00e1 mapeadas pela gerenciadora de riscos com maior grau de severidade, passar pelo estudo das mercadorias transportadas x ocorr\u00eancias, o que demonstrar\u00e1 o interesse real das quadrilhas especializadas pelo produto, e a defini\u00e7\u00e3o operacional de todo o processo log\u00edstico, incluindo as regras e as responsabilidades de todos os players envolvidos. \u00c9 o que exp\u00f5e Buonavoglia, da Buonny.<\/p>\n<p>Rizzato, da Brasil Risk, lembra que a avalia\u00e7\u00e3o e a escolha dos modais de transporte s\u00e3o fundamentais na gest\u00e3o do risco. \u201cUma opera\u00e7\u00e3o de Manaus, AM, a S\u00e3o Paulo, SP, que utiliza cabotagem, por exemplo, \u00e9 sensivelmente mais segura do que aquelas que trafegam por via rodovi\u00e1ria entre Bel\u00e9m, PA, e S\u00e3o Paulo, SP.\u201d<br \/>\nRefletir sobre tudo o que pode acontecer de errado e analisar o que j\u00e1 ocorre e que prejudica a opera\u00e7\u00e3o s\u00e3o os pilares iniciais para o trabalho de GR, na opini\u00e3o de Bruna, da Trans Sat. \u201cNo entanto \u2013 segundo ela \u2013, essas an\u00e1lises devem ser cont\u00ednuas, pois tudo impacta o transporte e as mudan\u00e7as s\u00e3o muito r\u00e1pidas. Com essas informa\u00e7\u00f5es atualizadas, \u00e9 poss\u00edvel agir preventivamente, antecipando os riscos e ganhando tempo para agir em n\u00e3o conformidades.\u201d<\/p>\n<p>Para ela, o trabalho preventivo depende da participa\u00e7\u00e3o e do envolvimento de todos, pois quanto menos falhas humanas nos processos de GR, mais ser\u00e1 poss\u00edvel identificar e agir quando de fato ocorre um sinistro.<br \/>\n\u201cVale ressaltar que o cliente \u00e9 uma pe\u00e7a fundamental. O plano s\u00f3 ter\u00e1 o sucesso esperado se todas as partes estiverem comprometidas com as regras de seguran\u00e7a e as seguir da forma correta, com um auditando o outro de forma que ocorra uma melhoria cont\u00ednua. O trabalho em conjunto \u00e9 o fator primordial para o sucesso na minimiza\u00e7\u00e3o de perdas\u201d, salienta.<\/p>\n<p>Entraves<\/p>\n<p>Os entraves para a cria\u00e7\u00e3o de um plano de Gerenciamento de Riscos normalmente est\u00e3o relacionados a custo, dificuldades operacionais dos transportadores e, especialmente, opera\u00e7\u00f5es onde h\u00e1 cargas no mesmo caminh\u00e3o sob m\u00faltiplos PGRs. \u201cS\u00e3o fatores contorn\u00e1veis, mas que podem gerar resist\u00eancia por parte dos transportadores e motoristas\u201d, conta Rizzato, da Brasil Risk.<\/p>\n<p>Caron, da Marsh Brasil, salienta que o custo \u00e9 sempre o fator de maior resist\u00eancia. \u201c\u00c9 preciso realizar investimentos para se reduzir perdas maiores, futuras, por conta de sinistros\/maior exposi\u00e7\u00e3o, caso o plano n\u00e3o exista.\u201d<\/p>\n<p>Para Bruna, da Trans Sat, e Buonavoglia, da Buonny, um dos grandes desafios \u00e9 a conscientiza\u00e7\u00e3o dos envolvidos sobre as regras e os conceitos de seguran\u00e7a. \u201cMuitas pessoas s\u00e3o resistentes e n\u00e3o conseguem enxergar os benef\u00edcios do Gerenciamento de Risco, pois temem mudan\u00e7as e n\u00e3o querem sair da zona de conforto. Por isso os treinamentos e reciclagens precisam ser constantes, bem como a proximidade com o cliente para entender cada vez melhor sua opera\u00e7\u00e3o e conseguir aliar as regras de seguran\u00e7a de acordo com a sua realidade\u201d, explica Bruna.<\/p>\n<p>Outro desafio, segundo ela, s\u00e3o as limita\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas. \u201cH\u00e1 no mercado solu\u00e7\u00f5es completas, no entanto, a m\u00e1 instala\u00e7\u00e3o, a falta de manuten\u00e7\u00e3o e as limita\u00e7\u00f5es de sinal impossibilitam muitas vezes a transmiss\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para o monitoramento e atua\u00e7\u00e3o em tempo h\u00e1bil\u201d, conta.<\/p>\n<p>Fiscaliza\u00e7\u00e3o dos motoristas<\/p>\n<p>A primeira medida para se prevenir perdas \u00e9 n\u00e3o entregar a carga nas m\u00e3os de bandidos, portanto, um servi\u00e7o de consulta a cadastro de motoristas bem elaborado colabora de forma muito eficaz para esse controle. \u201cAtrav\u00e9s do hist\u00f3rico do motorista, \u00e9 poss\u00edvel identificar fatores que podem ser utilizados por embarcadores e transportadores na preven\u00e7\u00e3o de seus riscos\u201d, exp\u00f5e Rizzato, da Brasil Risk.<\/p>\n<p>Para Caron, da Marsh Brasil, seguindo procedimentos autorizados, o entendimento do hist\u00f3rico positivo de motoristas, dos ve\u00edculos, das frotas, dos propriet\u00e1rios destas frotas etc. \u00e9 sempre um dos muitos elos da cadeia log\u00edstica que precisa ser estudado.<\/p>\n<p>No entanto, segundo Bruna, da Trans Sat, os par\u00e2metros devem ser definidos de forma que n\u00e3o desabone os profissionais que j\u00e1 pagaram por seus erros. \u201cTodos podemos errar, mas \u00e9 preciso identificar aquele mal-intencionado, que possui hist\u00f3rico negativo dentro do contexto de TRC\u201d, explica.<\/p>\n<p>Consequ\u00eancias do mau Gerenciamento<\/p>\n<p>Os entrevistados fizeram uma lista do que acontece quando n\u00e3o se faz o GR correto de acordo com as opera\u00e7\u00f5es da empresa:<\/p>\n<p>\u2022 Aumento dos custos operacionais;<br \/>\n\u2022 Desabastecimento da cadeia log\u00edstica, seja na produ\u00e7\u00e3o, transfer\u00eancias ou ponto de venda;<br \/>\n\u2022 Aumento da sinistralidade da ap\u00f3lice de seguros e consequente aumento de custos com seguro;<br \/>\n\u2022 Queima do produto no mercado, uma vez que o pr\u00f3prio produto roubado pode concorrer nos pontos de venda com pre\u00e7os abaixo do mercado;<br \/>\n\u2022 Perdas em roubos e acidentes;<br \/>\n\u2022 Falta de controle dos processos de seguran\u00e7a;<br \/>\n\u2022 Falta de controle da equipe;<br \/>\n\u2022 Insatisfa\u00e7\u00e3o do cliente;<br \/>\n\u2022 Maior ocorr\u00eancia de atrasos;<br \/>\n\u2022 Vulnerabilidade dos processos gerais da empresa;<br \/>\n\u2022 Dificuldade em expandir os neg\u00f3cios;<br \/>\n\u2022 Utiliza\u00e7\u00e3o de forma parcial ou n\u00e3o utiliza\u00e7\u00e3o dos equipamentos de seguran\u00e7a;<br \/>\n\u2022 Lentid\u00e3o para identificar os \u201cgap\u00b4s\u201d e ralos operacionais.<\/p>\n<p>Gerenciamento de risco para cargas refrigeradas<\/p>\n<p>A Transfrios (Fone: 11 4147.1987) \u00e9 uma transportadora de cargas refrigeradas com sede em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Pinhais, PR, e filiais em Tijucas, SC, e Itapecerica da Serra, SP, que tem clientes na regi\u00e3o Sul e Sudeste e chega a transportar mais de 350 cargas ao m\u00eas. Para a empresa, a seguran\u00e7a das cargas e a garantia da temperatura ideal para as mercadorias dos clientes s\u00e3o fundamentais. Por isso, em 2015, contrataram a solu\u00e7\u00e3o de gest\u00e3o de risco Omniturbo, da Omnilink (Fone: 0800 604.4014).<\/p>\n<p>Rudson Siqueira, analista de tr\u00e1fego na Transfrios, acompanha de perto o Gerenciamento de Risco das cargas transportadas. \u201cAgora contamos com uma tecnologia h\u00edbrida, com dual chip e conectividade por sat\u00e9lite, que n\u00e3o deixa a comunica\u00e7\u00e3o cair. Al\u00e9m disso, o software \u00e9 mais f\u00e1cil de trabalhar, mais aberto para fazer customiza\u00e7\u00f5es de acordo com nossas necessidades, e o equipamento rastreador \u00e9 oferecido em modo de comodato, o que \u00e9 mais vantajoso para a empresa.\u201d<\/p>\n<p>Por meio dos relat\u00f3rios gerenciais da ferramenta, que indicam a temperatura no ba\u00fa do caminh\u00e3o a cada dois minutos, se a porta est\u00e1 aberta ou fechada, entre outros dados, a companhia conseguiu evitar tr\u00eas sinistros por perda de temperatura. \u201cO cliente havia alegado que a temperatura da carga n\u00e3o estava de acordo, mas conseguimos comprovar por meio de dados confi\u00e1veis que a refrigera\u00e7\u00e3o durante o transporte estava correta a todo instante. Anteriormente, s\u00f3 t\u00ednhamos a posi\u00e7\u00e3o de temperatura a cada 15 minutos, hoje, a confiabilidade das informa\u00e7\u00f5es \u00e9 maior, o que nos d\u00e1 mais subs\u00eddios nos di\u00e1logos com nossos clientes\u201d, afirma Rudson.<\/p>\n<p>Ele conta, ainda, que a trava de ba\u00fa j\u00e1 ajudou a evitar furto de carga durante pernoite. Outra situa\u00e7\u00e3o envolveu assalto a um caminh\u00e3o: a tecnologia detectou a ocorr\u00eancia e enviou um sinal de alerta para a gerenciadora de risco, que, por sua vez, contatou o seu time de apoio que, em 15 minutos, conseguiu agir e evitar o preju\u00edzo.<\/p>\n<\/div>\n<p>Para ler mat\u00e9ria completa, <a href=\"http:\/\/www.logweb.com.br\/gerenciamento-de-risco-mensurar-ameacas-e-fundamental-para-melhorar-as-operacoes-e-reduzir-custos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">clique aqui.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quanto mais se avan\u00e7ar no conceito e na aplica\u00e7\u00e3o de ferramentas de Gerenciamento de Risco, maiores s\u00e3o as chances de as empresas conquistarem ganhos log\u00edsticos, financeiros, corporativos e de imagem. S\u00e3o inquestion\u00e1veis os benef\u00edcios do GR \u2013 Gerenciamento de Risco para as organiza\u00e7\u00f5es. \u201cEles envolvem desde uma infraestrutura de trabalho mais segura at\u00e9 a antecipa\u00e7\u00e3o &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":11483,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[64],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/info.buonny.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11482"}],"collection":[{"href":"https:\/\/info.buonny.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/info.buonny.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/info.buonny.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/info.buonny.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11482"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/info.buonny.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11482\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11484,"href":"https:\/\/info.buonny.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11482\/revisions\/11484"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/info.buonny.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11483"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/info.buonny.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11482"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/info.buonny.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11482"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/info.buonny.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11482"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}